quarta-feira, 9 de agosto de 2017

Candidaturas Autárquicas 
e Orçamentos de Campanha



Conforme listas apresentadas até  dia 7 de agosto2017, o Partido Socialista apresentou candidaturas próprias em 297 Concelhos (no caso de Calheta, São Jorge apenas à Assembleia Municipal e Freguesias), concorrendo em Coligação em mais 3 Municípios (Felgueiras, Funchal e Maia) e apoiando listas de Cidadãos Eleitores em 8 casos (Aguiar da Beira, Anadia, Carrazeda de Ansiães, Oleiros, Oliveira do Bairro, Ponte de Lima, São João da Pesqueira, Sátão e Calheta de São Jorge, onde apenas apoia a candidatura à Câmara Municipal), o que abrange a totalidade dos 308 Municípios do País.

Em simultâneo, foram também entregues  ao Tribunal Constitucional os Orçamentos das candidaturas concelhias próprias, os quais apresentam uma redução de 28,4% face ao Orçamento apresentado pelo Partido nas eleições autárquicas de 2013.

A verba orçamentada para a campanha em 2013 foi de 20,6 milhões de euros, enquanto que agora em 2017 passou a ser de 14,7 milhões de euros, num universo de candidaturas próprias muito similar (297 este ano, contra 302 nas eleições anteriores), o que significa uma diminuição de 5,8 milhões de euros na previsão de despesas eleitorais.

Quanto a receitas, e fazendo uma previsão prudente e sóbria, o PS estima em 12 milhões de euros os recursos provindos de subvenção pública e de contribuições do Partido, contando as candidaturas locais obter mais 2,7 milhões de euros de angariação de fundos e donativos.

Já nas despesas regista-se um relativo equilíbrio entre as diversas rubricas, com 2,1 milhões para conceção de campanha e estudos de mercado; cerca de 3,5 milhões para propaganda e comunicação; 2,4 milhões para estruturas e cartazes; 1,9 milhões para material promocional de campanha e cerca de 900 mil euros de custos administrativos e operacionais.

Tendo em conta que se trata de um elevado número de candidaturas isoladas do PS, abrangendo praticamente a totalidade dos Concelhos do País, estes números não podem ser apropriadamente comparados com os de outros Partidos que, concorrendo maioritariamente em coligação, dividem entre si as respetivas despesas eleitorais.

Gabinete de Imprensa do Partido Socialista, 8 de agosto de 2017

segunda-feira, 7 de agosto de 2017










A 14 de agosto, Montijo celebra o 32.º Aniversário da Cidade. Para comemorar esta importante data, a Câmara Municipal do Montijo preparou uma programação cultural diversificada.

As comemorações vão iniciar-se no dia 12 de agosto, às 18h30, com a inauguração da intervenção de arte urbana da série Big Trash Animal, de Bordalo II, na Avenida dos Pescadores n.º 62 (empena nascente).

No dia 14 de agosto, às 18h00, a Galeria Municipal do Montijo vai inaugurar a exposição Trívia, uma mostra coletiva de gravura, desenho e fotografia de três jovens montijenses: Mariana Teixeira, Teresa Carreira e Pedro Moço.

Ainda no dia 14 de agosto, às 22h00, a Praça da República vai receber o concerto dos Deolinda, que estão na estrada com o seu último trabalho, Outras Histórias, editado em 2016.

As comemorações do Dia da Cidade vão finalizar no dia 25 de agosto, no Museu Agrícola da Atalaia com a reabertura da exposição permanente e outras atividades.

Recorde-se que a vila do Montijo foi elevada a cidade no dia 14 de agosto de 1985, através da Lei n.º 32/85.

Todos os eventos são de entrada livre. Junte-se a nós e celebre o 32.º aniversário do Dia da Cidade

MONTIJO  ENTRE OS MELHORES

Ranking Global dos municípios de média dimensão 
(ANUÁRIO FINANCEIRO DOS MUNICÍPIOS PORTUGUESES 2016)
Pontos integrados na lista dos 100 melhor classificados globalmente
Municipio ,Distrito, Pontuacao 2016, Posicao 2015

1 Marinha Grande Leiria 1 704 2o
2 Mealhada Aveiro 1 543 9o
3 Lagoa (Algarve) Faro 1 521 1o
4 Albufeira Faro 1 476 3o
5 Loule Faro 1 380 11o
6 Anadia Aveiro 1 357 5o
6 Tavira Faro 1 357 26o
8 Alcobaca Leiria 1 355 25o
9 Castelo Branco C. Branco 1 332 11o
10 Benavente Santarem 1 321 4o
11 Braganca Braganca 1 311 15o
12 Porto de Mos Leiria 1 260 13o
13 Arouca Aveiro 1 252 28o
14 Pombal Leiria 1 236 17o
15 Esposende Braga 1 205 16o
16 Mafra Lisboa 1 155 8o
17 Ponte de Lima V. Castelo 1 142 41o
18 Montijo Setubal 1 135 7o
19 Viseu Viseu 1 135 34o
20 Abrantes Santarem 1 121 23o
21 Olhao Faro 1 085 35o
22 Lagos Faro 1 063 30o
23 Albergaria-a-Velha Aveiro 1 034 18o
24 Azambuja Lisboa 988 22o
25 Vila Real Vila Real 980 31o
26 Ovar Aveiro 962 10o
27 Tondela Viseu 942 45o
28 Silves Faro 941 38o
29 Estarreja Aveiro 937 70o
30 Marco de Canaveses Porto 923 33o
31 Povoa de Varzim Porto 914 21o
32 Faro Faro 888 47o
33 Fafe Braga 882 19o
34 Vila do Conde Porto 867 40o
35 Caldas da Rainha Leiria 857 14o
36 Vizela Braga 845 75o
37 Ourem Santarem 810 6o

ANUÁRIO FINANCEIRO DOS MUNICÍPIOS PORTUGUESES 2016,
MONTIJO BEM COLOCADO


Legalmente definidos como autarquias locais que visam a prossecução de interesses próprios da população residente na circunscrição concelhia mediante órgãos representativos por ela eleitos, os municípios adquiriram ao longo do tempo uma grande importância histórica, política, económica, administrativa, financeira e  jurídica, revelando-se de primordial importância no contexto das políticas públicas locais.

Atualmente os municípios possuem atribuições nos seguintes domínios (art.º 23.º do Anexo I à Lei n.º 75/2013, de 12 de setembro):
− Equipamento rural e urbano; − Energia; − Transportes e comunicações; − Educação; − Património, cultura e ciência; − Tempos livres e desporto; − Saúde; − Ação social; − Habitação; − Proteção civil; − Ambiente e saneamento básico; − Defesa do consumidor; − Promoção do desenvolvimento; − Ordenamento do território e urbanismo; − Polícia municipal; − Cooperação externa.

A definição destas atribuições tem subjacente a concretização de um conjunto de princípios de onde se releva o princípio da subsidiariedade (art.º 4º), ou seja, a prossecução das funções de interesse local pelo nível mais próximo da população que, naturalmente, conhece melhor os seus problemas e necessidades, o qual sustenta a crescente transferência de atribuições e competências da Administração Central para os municípios.

Nesse sentido, tendo em conta a organização dos municípios e o respetivo quadro de competências, a lei prevê a existência de órgãos locais próprios: a Assembleia Municipal e a Câmara Municipal.

A Assembleia Municipal constitui o órgão deliberativo do município, ou seja, o órgão que define as orientações do respetivo município.

Entre outras, compete à Assembleia Municipal acompanhar atividade da Câmara Municipal, aprovar as opções do plano e  Artigo 4.º - Princípios gerais - “A prossecução das atribuições e o exercício das
competências das autarquias locais e das entidades intermunicipais devem respeitar os princípios da descentralização administrativa, da subsidiariedade, da complementaridade, da prossecução do interesse público e da proteção dos direitos e interesses dos cidadãos e a intangibilidade das atribuições do Estado.

ANUÁRIO FINANCEIRO DOS MUNICÍPIOS PORTUGUESES 2016
MONTIJO BEM COLOCADO




quinta-feira, 3 de agosto de 2017

ELEIÇÕES AUTÁRQUICAS 1 DE OUTUBRO DE 2017- CONCELHO MONTIJO

Apresentamos as Listas de Candidatos para os diversos orgãos autárquicos do Concelho do Montijo, aprovadas por unanimidade pela Comissão Política do Partido Socialista.


terça-feira, 1 de agosto de 2017

ENG.º FRANCISCO SANTOS

ENG.º FRANCISCO SANTOS

um homem, uma obra

COMECE-SE A TRATAR 
(com tempo)
DA
DEVIDA HOMENAGEM 






VICE-PRESIDENTE
DA
CÂMARA MUNICIPAL DE MONTIJO

EX-PRESIDENTE DA JUNTA DE FREGUESIA DE MONTIJO

PELOUROS NA CÂMARA
Divisão de Gestão Financeira e Patrimonial (DGFP)
Divisão de Obras, Serviços Urbanos, Ambiente e Qualidade de Vida (DOSUA) nas áreas seguintes: Obras Municipais, Parque Auto, Mercados, Feiras, Parque de Exposições/Montiagri e Metrologia
Divisão de Cultura, Biblioteca, Juventude e Desporto (DCBJD)
Cinema Teatro Joaquim de Almeida
Turismo
e toda a actividade educativa,cívica,social,solidária

BOAS NOTÍCIAS


BOAS NOTÍCIAS






O Instituto Nacional de Estatística (INE) confirmou em 28 de julho que o desemprego continua a baixar, aproximando-se dos níveis anteriores à crise. Em maio, a taxa de desemprego situou-se nos 9,2%. Para junho, o INE prevê que desça para 9%, o valor mais baixo desde novembro de 2008 (8,9%).

Por desatenção de uns e má intenção de outros, a importância desta boa notícia não foi devidamente sublinhada.
Mas o seu significado é demasiado relevante para ser ignorado.
Significa que foram criados mais 175.000 novos postos de trabalho e que o governo, em pouco mais de ano e meio, conseguiu o feito histórico de reduzir em 3,2% a taxa de desemprego herdada do governo PSD/CDS (12,2%).
Significa aumento do rendimento disponível de muitas famílias portuguesas, mais contribuições para a Segurança Social e menos encargos para o Estado.
Significa recuperação da economia.
E significa que havia alternativa à política de direita e que era possível devolver salários e pensões, aumentar o salário mínimo e, ao mesmo tempo, consolidar as contas públicas, cumprir os compromissos internacionais e sair do procedimento por défice excessivo (PDE).
Significa que o governo tinha razão e a oposição de direita não.

Segundo dados do Eurostat a taxa de desemprego de Portugal, cuja estimativa provisória do INE aponta para 9% da população ativa em junho, está agora abaixo da média da zona euro, o que não acontecia há mais de 11 anos, desde início de 2006.

De acordo com o gabinete oficial de estatísticas da UE, a taxa de desemprego foi, em junho, de 9,1% na zona euro e em portugal de 9%.

Este valor, 9%, compara com os 11,1% registados em período homólogos e com os 9,2% de maio.

As BOAS NOTÍCIAS são sempre bem vindas !...