quinta-feira, 9 de novembro de 2017

ÁGUAS no MUNICÍPIO DE MONTIJO


Serviços Municipalizados 
de Água e Saneamento 
do Montijo
(SMAS Montijo)

Os Serviços Municipalizados de Água e Saneamento do Montijo (SMAS Montijo) foram distinguidos com o Selo de qualidade exemplar da água para consumo humano, atribuído pela ERSAR- Entidade Reguladora dos Serviços de Águas e Resíduos.

A informação foi revelada pelo presidente da Câmara Municipal do Montijo, Nuno Canta, na reunião ordinária de 25 de outubro. Para o autarca e presidente do Conselho de Administração dos SMAS Montijo, “esta distinção reflete o esforço que esta entidade gestora investe na garantia da qualidade da água que disponibiliza aos seus consumidores”.

Esta iniciativa da ERSAR, integrada nos objetivos estatutários da ERSAR, visa identificar, distinguir e divulgar casos portugueses de referência relativos à prestação dos serviços de abastecimento público de água, saneamento de águas residuais urbanas e gestão de resíduos urbanos, avaliada nos termos dos vários ciclos de regulação da ERSAR. Simultaneamente, pretende sensibilizar as entidades gestoras para as questões da qualidade na conceção, execução, gestão e exploração dos sistemas.

A iniciativa, integrada nos objetivos estatutários da ERSAR, visa identificar, distinguir e divulgar casos portugueses de referência relativos à prestação dos serviços de abastecimento público de água, saneamento de águas residuais urbanas e gestão de resíduos urbanos, avaliada nos termos dos vários ciclos de regulação da ERSAR. A seleção das entidades distinguidas é feita nos termos constantes do regulamento "Prémios e Selos dos Serviços de Águas e Resíduos. Dados de 2016" publicado no site da ERSAR.

Com o selo atribuído aos SMAS Montijo, a ERSAR evidencia as entidades prestadoras de serviços de abastecimento público de água que, no último ano de avaliação regulatória, tenham assegurado uma qualidade exemplar da água para consumo humano.

Às entidades gestoras a quem foi atribuído um selo de qualidade será entregue um certificado e o direito de usar a imagem do selo no âmbito da sua comunicação institucional. A cerimónia de entrega dos selos decorre no dia 8 de novembro, durante a 12.ª Expo Conferência da Água, em Lisboa.
Os selos de qualidade são promovidos pela ERSAR em parceria com o Jornal Água&Ambiente, sendo o júri composto por várias entidades representativas do setor, designadamente a Associação Portuguesa de Distribuição e Drenagem de Águas, a Associação Portuguesa de Engenharia Sanitária e Ambiental, a Associação Portuguesa dos Recursos Hídricos, a ESGRA-Associação para a Gestão de Resíduos, a APEMETA-Associação Portuguesa de Empresas de Tecnologias Ambientais e a DECO-Associação Portuguesa para a Defesa do Consumidor.
algumas das E.T.A.R.s  
no 
MUNICÍPIO DE MONTIJO

ETAR DO AFONSOEIRO




E.T.A.R.  DE  CANHA


 Realizou-se no dia 23 de agosto 2017 a cerimónia de colocação da primeira pedra da Estação de Tratamento de Águas Residuais (ETAR) de Canha, a construir no município do Montijo.

A cerimónia foi presidida pelo Secretário de Estado do Ambiente, Carlos Martins, e contou com a presença do Presidente da Águas de Portugal, João Nuno Mendes; do Presidente da Câmara Municipal de Montijo, Nuno Canta; e do Presidente da SIMARSUL, António Ventura.

A colocação da primeira pedra da ETAR de Canha assinala o arranque da construção do subsistema de Canha, o último subsistema de saneamento completo (ETAR e sistema de drenagem e elevatório) a realizar pela SIMARSUL no município do Montijo, que assim conclui os investimentos de grande dimensão neste concelho.
Representando um investimento de cerca de 1,2 milhões de euros, o subsistema de Canha vem garantir uma melhoria das condições de tratamento das águas residuais recolhidas pelo Município na sua rede “em baixa”, operacionalizando eficazmente os investimentos das duas entidades ao nível do saneamento da região e gerando importantes benefícios ao nível da proteção da saúde pública e do ambiente, eliminando focos de poluição e assegurando a melhoria da qualidade das massas de água.

O investimento associado à construção do subsistema está inserido num projeto cofinanciado pelo Programa Operacional de Sustentabilidade e Eficiência no Uso de Recursos (POSEUR), Portugal 2020, com o apoio da União Europeia, no âmbito do Fundo de Coesão.

O custo total elegível da candidatura é de 867.750,00 euros, sendo o apoio financeiro da União Europeia de 737.587,50 euros, ao que equivale uma taxa de cofinanciamento de 85%.







VERBAS para ESCOLAS reunião de Câmara de 8 de nov. 2017



CÂMARA APROVOU 
VERBAS PARA AS ESCOLAS
A Câmara Municipal do Montijo aprovou, na reunião de câmara de 8 de novembro, uma verba no valor de 38 437, 31 euros para aquisição de material de desgaste no ano letivo 2017/2018 a atribuir aos agrupamentos de escolas do concelho.

“Estamos a aprovar uma verba que vamos transferir para os agrupamentos para a componente de apoio à família a crianças de educação pré-escolar”, sublinhou a vice-presidente Maria Clara Silva, entendo ser necessário esclarecer o destino da verba uma vez ser do seu conhecimento que “há famílias que dão dinheiro a professores e educadores para custos para os quais estamos aqui a aprovar verbas”.

“Não se justifica que se sobrecarregue as famílias, inclusive no pré-escolar. O Ministério da Educação atribui uma verba anual por sala de pré-escolar de 350 euros. A câmara, ainda, apoia e, obviamente, que não estamos a falar de material didático como jogos, livros e brinquedos porque esse a câmara adquire e não tem nada a ver com esta situação” disse a vice-presidente.

As verbas foram distribuídas de acordo com o número de alunos: “ao Agrupamento do Montijo vamos atribuir à componente de Atividade Curricular 4 400,00 euros, para as Atividades de Animação e Apoio à Família (AAAF) 12 469,84 euros. Ao Agrupamento Poeta Joaquim Serra 4 640,00 euros para a Atividade Curricular e para s AAAF 11 962,96 euros. Ao Agrupamento de Pegões, Canha e Santo Isidro serão 1 360,00 euros para Atividade Curricular e 3 604,51 euros para as AAAF.”

A proposta foi aprovada com os votos a favor do PS e da CDU e a abstenção do PSD.

domingo, 5 de novembro de 2017

ENOTURISMO

11 de NOVEMBRO
na
ATALAIA
CÂMARA  DE MONTIJO CELEBRA
DIA EUROPEU DO ENOTURISMO
A Câmara Municipal do Montijo vai celebrar o Dia Europeu do Enoturismo no Museu Agrícola da Atalaia, no dia 11 de novembro, a partir das 17h00, com o lançamento de um livro, a entrega de prémios à Cooperativa Agrícola de Santo Isidro de Pegões e a degustação de produtos da gastronomia regional.
Num espaço que é o espelho das tradições rurais e agrícolas do concelho, as comemorações vão iniciar com a apresentação do livro “Territórios Vinhateiros de Portugal”, um projeto da responsabilidade da Associação dos Municípios Portugueses do Vinho (AMPV), dedicado aos municípios que se destacam pela sua produção vinícola.
Um dos protagonistas das comemorações será exatamente a Cooperativa Agrícola de Santo Isidro de Pegões, que irá receber os prémios do XVI Concurso Internacional “La Selezione del Sindaco”. Mais uma vez, o Montijo esteve em destaque neste concurso com a Cooperativa Agrícola de Santo Isidro de Pegões a ser a adega mais premiada.
As comemorações do Dia Europeu do Enoturismo vão terminar com a degustação de produtos da gastronomia regional, confecionados pelos alunos do Curso Técnico de Restauração Cozinha e Pastelaria da Escola Profissional de Montijo sob a direção do Chefe David Carvalho, acompanhados pelos vinhos premiados no referido concurso.

Web Summit 2017

WEB SUMMIT 2017
decorre de 06 a 09 de novembro
Altice Arena (novo nome do Meo Arena) e na FIL
A Web Summit é uma conferência que reúne empreendedores, investidores, grandes empresas e os seus líderes. Foi fundada pelos irlandeses Paddy Cosgrave, David Kelly e Daire Hickey. A primeira edição decorreu em 2010 em Dublin e aí permaneceu até 2015. 
Ainda mesmo antes da última edição na Irlanda, a organização comunicou que ia transferir o evento para Lisboa por três anos (2016, 2017 e 2018) com a possibilidade de serem mais duas as edições em Lisboa (2019 e 2020). 
A cerimónia de abertura desta segunda edição em Lisboa está agendada para o dia 6 de Novembro e no dia seguinte começa "verdadeiramente" o Web Summit. António Guterres  está na cerimónia do dia 6.
Al Gore, antigo vice-presidente dos Estados Unidos da América, Garry Kasparov, lendário jogador de xadrez, e Steve Huffman, o dirigente e cofundador da rede social Reddit são também nomes anunciados.
O evento vai contar com um apoio de 3,9 milhões de euros, 1,3 milhões por ano, dado pelo Turismo de Portugal, Turismo de Lisboa (ATL) e AICEP (Agência de Investimento de Portugal).
Estima-se que a edição de 2016 da Web Summit tenha injetado 200 milhões de euros na economia nacional, sendo um quarto desse valor absorvido pela indústria hoteleira e 50 milhões pelos diversos fornecedores diretamente ligados ao evento.
Segundo informação oficial disponibilizada, desde 2010, as ‘startups’ portuguesas que se apresentaram na Web Summit já angariaram mais de 78 milhões de euros. Segundo dados da Startup Europe Partnership, esse valor representa cerca de um terço do total de 273 milhões de euros angariados pelas empresas desde 2010.
Em 2016 registou-se uma captação de 21 milhões de euros.
A WEB SUMMIT vai realizar-se na Altice Arena (novo nome do Meo Arena) e na FIL. Mas um dos pavilhões da FIL, que no ano passado estava vocacionado para as acreditações, este ano vai ser espaço de exposição.
No ano passado, na primeira edição da Web Summit que decorreu em Lisboa, participaram mais de 53 mil pessoas. E as expectativas para este ano apontam para mais de 60 mil pessoas, oriundas de mais de 160 países.

sábado, 4 de novembro de 2017

ALTERAÇÕES CLIMÁTICAS-PORTUGAL (2)

4/Novembro 2017 
fez um ano que o Acordo de Paris
 entrou em vigor
Os impactos negativos das alterações climáticas estão a revelar-se no nosso quotidiano diante dos nossos olhos. O ano de 2017 prepara-se para se juntar aos dois anteriores, passando a serem os três anos mais quentes registados até hoje. O aumento de eventos climatéricos extremos estão a provocar prejuízos incontáveis, convulsão social e perdas de vidas, com uma consequente espiral de custos que ascendem a muitos milhares de milhões de euros. O tempo para debate terminou. É urgente uma intervenção internacional para limitar o aquecimento nos 1,5ºC e a janela de oportunidade para o alcançar está 
a fechar-se.
4 de novembro 2017
 o Acordo de Paris entrou em vigor há um ano

O Acordo de Paris foi assinado no ano em que se aprovaram os Objetivos para o Desenvolvimento Sustentável, criando uma agenda para o ano 2030, onde a ação climática é um dos elementos fundamentais de melhoria da qualidade de vida. O Acordo foi um sucesso no que respeita à sua entrada em vigor (menos de um ano após a aprovação), em 4 de novembro de 2016.
Em 2017, o Acordo de Paris passou o seu primeiro teste de stress quando, a atual administração dos Estados Unidos da América assinalou a sua intenção em prejudicar os valores fundamentais do Acordo, saindo do mesmo de forma unilateral, e os países e partes interessadas responderam de forma global e unânime afirmando que o Acordo de Paris não é negociável. Nesta mensagem é claro que qualquer Parte que enfraquece a ambição não é compatível com os princípios do acordo.
6/Novembro, 
começa a 23ª Conferência das Partes 
da Convenção das Nações Unidas em Bona
Segunda-feira, 6/Novembro, tem início a 23ª Conferência das Partes da Convenção das Nações Unidas em Bona.
A Conferência do Pacífico: 
Solidariedade e atuação 
para cumprir o compromisso de Paris

Este ano, 2017, a 23ª Conferência das Partes (COP23) da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Alterações Climáticas (UNFCCC, na sigla em inglês), tem pela primeira vez na presidência uma ilha do Pacífico. Como comunidades que estão na linha da frente das alterações climáticas, as Ilhas Fiji e outras ilhas do Pacífico estão a sofrer de forma crescente o brutal aumento dos impactos resultantes das alterações climáticas, mas também são reconhecidas a nível internacional como as campeãs na ação climática. A Presidência da COP23 por parte das Ilhas Fiji é uma grande oportunidade para impulsionar a ambição global, combinada com a intervenção nacional de todos os países para a implementação do Acordo de Paris aprovado na COP21 em 2015.

O compromisso de Paris foi construído num ambiente de confiança e colaboração entre países. Esta primeira COP do Pacífico, a realizar em Bona, Alemanha, deve encorajar todas as Partes a fortalecer as parcerias entre os diferentes intervenientes e países com diferentes níveis de vulnerabilidade e desenvolvimento económico.

Agora devemos tornar realidade o compromisso do Acordo de Paris, os países devem cumprir os seus compromissos de forma a alcançar as Contribuições Nacionais e ir mais além, mais rápido e profundo oferecendo uma ação climática colaborativa com a redução das emissões, com apoio à adaptação e abordando as perdas e prejuízos.

As tarefas da Conferência

A conferência tem início dia 6 novembro 2017, e estender-se-á até 17 de novembro. Na COP23, as Partes da UNFCCC devem tornar real a visão de Paris fazendo significativos progressos em todos os pontos da agenda no âmbito do Programa de Trabalho do Acordo de Paris. O desenvolvimento de um rascunho com as diretrizes de implementação, sob a forma de um texto, será um marco-chave para medir o sucesso.

A COP23 também deve preparar o terreno, sob a forma de um roteiro, para em 2018 facilitar um diálogo com sucesso que permita avaliar o progresso coletivo face aos objetivos do Acordo de Paris, indicações e implicações para as contribuições nacionais (NDCs na sigla em inglês) revistoa.

Apesar da estabilização e até ligeira redução das emissões nos últimos anos, apesar do crescimento económico, a acumulação de gases com efeito de estufa e a dimensão de fenómenos como o El Niño, conduziram a valores recorde de dióxido de carbono na atmosfera. Enquanto os combustíveis fósseis e os interesses instalados atrasam esta atuação que se quer urgente, diversos governos, empresas e comunidades locais estão a agir com o investimento em energias renováveis quebrando novos recordes na eficiência e competitividade. A revolução climática já começou, mas é necessário que esta seja mais rápida e ambiciosa.

O que se espera de Portugal

Portugal é felizmente um dos países do mundo com maior ambição climática ao assumir a vontade de ser neutro em carbono em 2050. Este aspeto será sem dúvida motivo de expectativa à escala internacional e é fundamental que Portugal possa concretizar medidas e resultados desde já previstos no curto prazo, apesar de ainda se estar nos momentos iniciais do trabalho de desenvolvimento do roteiro. Ao mesmo tempo, Portugal é um exemplo onde os impactes das alterações climáticas foram e estão a ser claramente visíveis, dada a magnitude dos incêndios florestais e a seca severa e extrema que afeta o país. Politicamente, as posições de Portugal serão tomadas no quadro da União Europeia, onde infelizmente o nível de ambição está aquém do desejável, com negociações internamente ainda a decorrerem no quadro do pacote denominado “Energia limpa para todos os Europeus”. A UE-28, apesar de representar atualmente apenas 9% do total de emissões mundiais de gases de efeito de estufa, tem, principalmente face à provável saída dos EUA do Acordo de Paris, uma oportunidade de liderança política que é essencial no combate às alterações climáticas à escala mundial.

quinta-feira, 2 de novembro de 2017

ALTERAÇÕES CLIMÁTICAS- MONTIJO (1)


ALTERAÇÕES CLIMÁTICAS e MONTIJO

do modelo económico poluidor 
para um ambientalmente sustentável

“Covenant of Mayors”, vulgo Pacto de Autarcas, consiste numa iniciativa voluntária promovida pela AECI (Agência Europeia para a Competitividade e Inovação) que compromete as cidades signatárias a reduzir em 20% as emissões de CO2 nos seus territórios até 2020, tal como resulta do denominado “Pacote de Medidas da União Europeia sobre o Clima e as Energias renováveis”.
Com o lema de “atingir os 20-20-20 em 2020” o objetivo desta iniciativa é em 2020 alcançar as seguintes metas:
  • Redução de 20% de emissões em CO2;
  • Aumento de 20% na eficiência energética;
  • Aumento de 20% na incorporação de fontes renováveis na produção de energia.

Em todo o espaço europeu aderiram já mais de 6.600 signatários, (115 em Portugal), a esta iniciativa voluntária de resposta às alterações climáticas e de preservação do nosso meio ambiente. Defendendo os princípios base deste programa, o Município do Montijo encontra-se empenhado no seu estatuto como signatário do Pacto de Autarcas.
Desde 2006, que o Município do Montijo dispõe de uma iluminação pública mais eficiente, com um baixo consumo, foram, ainda, desenvolvidos vários projectos de distribuição de lâmpadas de baixo consumo à população.
Através da Casa do Ambiente, foram realizadas ações de sensibilização dos munícipes para a importância das compras com base no rótulo ecológica dos produtos, como nos eletrodomésticos, nos carros ou habitações.
Mas, se queremos realmente ter um efeito de longo prazo na redução das emissões dos gases com efeito de estufa, temos de fazer a opção pelas energias renováveis, com instalações de painéis fotovoltaicos e energia eólica.
 No município do Montijo, o regulamento de edificação, obriga os promotores ao aproveitamento das energias renováveis nos edifícios novos.
Dentro desta linha, também a AMARSUL desenvolve tecnologias de aproveitamento do metano dos aterros sanitários para produção de energia eléctrica e, mais recentemente, instalou uma unidade para a produção de combustíveis derivados de resíduos.
aspecto da Frente Ribeirinha
 A frente ribeirinha foi requalificada com base na utilização das energias renovável das marés, isto é, a represa de água tem o seu enchimento assegurado pela subida das marés e, em cada ciclo, depois de represada, a água do mar é despejada, na maré vazia, para limpeza das calas de navegação. Deste modo, o enchimento da caldeira funciona com a energia renovável das marés. Acresce que, a bacia de retenção da frente ribeirinha funciona como amortecedor das inundações provocadas pelas chuvas torrenciais, cada vez mais frequentes.


Ou, ainda, a construção de novas infraestruturas dedicadas à promoção da mobilidade sustentável, como é exemplo a rede de ciclovias da cidade.
O Município do Montijo decidiu potenciar uma rede pedonal e ciclável à dimensão do concelho, abrangendo tanto os territórios urbanos como os rurais. Com esta iniciativa pretende-se promover as deslocações em modos suaves estimulando na população uma alteração de comportamento ao fomentar novos hábitos nas opções modais pelas camadas mais jovens; incrementar a vivência urbana e incentivar a descoberta dos espaços naturais; estender o uso da bicicleta a todo o espaço concelhio e, articular a Rede Ciclável Municipal com as Ciclovias dos concelhos limítrofes.Como consequência destes objectivos, a Autarquia Local criou a Ciclovia do Montijo, constituída actualmente por 5 Percursos distintos: a Ciclovia da Circular Externa, a Ciclovia do Bairro da Liberdade, a Ciclovia da Avenida Amália Rodrigues, pelo Percurso montijense da Ecopista do Ramal do Montijo e, mais recentemente, pela Ciclovia da Frente Ribeirinha.A Câmara Municipal tem ainda em estudo outros projectos de mobilidade suave e consequente expansão da actual Rede de Ciclovias. Estes novos projectos pretendem fazer chegar os corredores pedonais e cicláveis a todo o concelho, nomeadamente, ao Cais do Seixalinho, ao Samouco, à Jardia, a São Francisco, a Sarilhos Grandes e à Estrada da Vasa Borracha, ao Museu da Atalaia.
E que, aos poucos, vão criando uma cultura de mobilidade desligada dos combustíveis fósseis e, assim, das emissões de dióxido de carbono.


Outra particularidade de adaptação da cidade do Montijo às alterações climáticas é a política de gestão da água. Com as alterações climáticas, a escassez de água aumenta, crescem os custos e pode ocorrer uma ruptura do serviço.
Assim, o município tem vindo a desenvolver uma gestão activa do aquífero, pela separação das fontes, entre o abastecimento público e a rega dos espaços verdes.

QUEM TEM O QUÊ na Câmara de Montijo

A distribuição de pelouros
 na Câmara Municipal do Montijo
Mandato 2017-2021
(segundo Despacho de 25 de outubro de 2017)

PELOUROS:

Nuno Canta (presidente)

Coordenação dos Serviços Municipais
Tesouraria
Divisão de Planeamento do Território e Urbanismo (DPTU)
Divisão de Obras, Serviços Urbanos, Ambiente e Qualidade de Vida (DOSUA) nas áreas seguintes: Ambiente, Empreitadas, Trânsito, Cemitérios e Toponímia
Gabinete de Comunicação e Relações Públicas
Gabinete de Sanidade Pecuária
Conselho Municipal de Segurança
Serviço Municipal de Proteção Civil
Gabinete Florestal
Cooperação Internacional


Maria Clara Silva
(Vice-Presidente)

Vice-Presidência
Divisão de Gestão Financeira e Patrimonial (DGFP)
Divisão de Gestão de Recursos Humanos (DGRH)
Divisão de Educação (DE)
Comissão de Proteção de Crianças e Jovens (CPCJ)
Associação para a Formação Profissional e Desenvolvimento do Montijo (AFPDM)


Ricardo Bernardes

Divisão de Administração Organizacional (DAO)
Divisão de Desenvolvimento Social e Promoção da Saúde (DDSPS)
Divisão de Obras, Serviços Urbanos, Ambiente e Qualidade de Vida (DOSUA) nas áreas seguintes: Obras Municipais por Administração Direta, Transportes Públicos, Parque Auto e Energia
Divisão de Cultura, Biblioteca, Juventude e Desporto (DCBJD) na área da Juventude
Conselho Municipal da Juventude
Universidade e Academias Sénior


Sara Ferreira


Divisão de Cultura, Biblioteca, Juventude e Desporto (DCBJD), em todas as áreas excepto na área da Juventude
Divisão de Obras, Serviços Urbanos, Ambiente e Qualidade de Vida (DOSUA) nas áreas seguintes: Mercados, Feiras e Metrologia
Parque de Exposições do Montijo (Montiagri)
Cinema Teatro Joaquim d’ Almeida
Turismo