sexta-feira, 9 de março de 2018

Dia Internacional da Mulher 2018

em  Montijo

No Dia 8 de março de 2018 Montijo prestou homenagem às mulheres do concelho que se distinguem enquanto presidentes dos órgãos sociais de diversas instituições culturais e desportivas
A homenagem decorreu, no dia 8 março 2018, pelas 18 H, numa cerimónia pública de entrega de Medalhas de Distinção de Mérito, no Salão Nobre dos Paços do Concelho e contou ainda com a actuação do grupo de serenatas Sinfonias ao Luar da Escola de Artes Sinfonias & Eventos.

A Câmara Municipal pretendeu assim «prestar homenagem ao papel da mulher na sociedade montijense e dar visibilidade ao trabalho que desenvolvem, engrandecendo a nossa terra e contribuindo para o nosso desenvolvimento, progresso e coesão social» conforme afirmou Nuno Canta, presidente da Câmara Municipal do Montijo.

Nuno Canta relembrou que «a defesa dos direitos da mulher é uma causa decisiva para o aperfeiçoamento da democracia e do poder local e que ainda há um longo caminho que é necessário percorrer para ultrapassar estereótipos, desigualdades sociais, o desemprego que assola mais as mulheres, a dificuldade da conciliação entre a vida familiar e profissional e a exclusão social».

Foram homenageadas as seguintes mulheres que ocupam cargos de presidência nos corpos sociais de instituições culturais e desportivas do concelho:

Ana Madeira, Ana Ferreira, Ana Morais, Ângela Jésero, Cátia Pinto, Célia Martins, Cristina Simão, Fernanda Gomes, Helena Moreira, Helena Carvalho, Ilídia José, Maria Gordicho, Maria Mascarenhas, Maria Sobral, Diamantina Balisa, Maria Fernanda Romão, Maria José Fidalgo, Nisa Almeida.


A Câmara Municipal do Montijo comemorou o Dia Internacional da Mulher com uma programação diversificada 
entre 6 e 9 de março.

Assim, no dia 6 de março, às 16h00, na Galeria Municipal realizou-se a Conferência Política Salarial e Igualdade de Género, que teve como oradoras Rosário Palma Ramalho, Isabel Vieira Borges, docentes da Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa, e Sara Falcão Casaca, do Instituto de Economia e Gestão da Universidade de Lisboa.

No dia 8 de março, às 18h00, no Salão Nobre dos Paços do Concelho, realizou-se a Cerimónia de entrega de Medalhas de Distinção de Mérito às mulheres que se destacaram nas áreas da cultura e do desporto. O evento contou com a atuação do Grupo Sinfonias ao Luar, da Escola de Artes Sinfonias & Eventos.

Na Galeria Municipal teve lugar, no dia 9 de março, pelas 15h00, uma Sessão de Esclarecimento, integrada na Agenda Sénior Outros Olhares, dedicada ao tema História do Dia Internacional da Mulher - Significado do Dia 8 de Março, que teve como oradora convidada Catarina Marcelino, deputada à Assembleia da República e presidente da Assembleia Municipal do Montijo.

As comemorações terminaram com a inauguração da exposição Reencontro com Marcelino Vespeira, no dia 9 de março, às 17h30, no Museu Municipal Casa Mora.
Marcelino Vespeira é uma figura  da pintura portuguesa. A sua obra, rica e diversificada, abordou a mulher, numa evocação permanente da sensualidade do corpo feminino. Em 1985, a Câmara Municipal do Montijo prestou-lhe homenagem com a criação do Prémio Vespeira, encontrando-se no espólio municipal um conjunto de serigrafias do pintor, apresentadas nesta exposição.


Dia Internacional da Proteção Civil em Montijo



“Riscos Naturais e Catástrofes”
conferência assinalou 
Dia Internacional da Proteção Civil

“Riscos Naturais e Catástrofes” foi o tema da conferência no dia 8 de março 2018, a partir das 15h00, na Casa do Ambiente, no Montijo.
O evento assinalou o Dia Internacional da Proteção Civil, celebrado no passado dia 1 de março, e foi promovido pelo Serviço Municipal de Proteção Civil, em parceria com o Agrupamento de Escolas do Montijo.
A oradora convidada foi Paula Almeida, da Autoridade Nacional de Proteção Civil, abordou a problemática da responsabilidade de todos – Estado, municípios, sociedade civil – no dispositivo de proteção civil.
Presentes e intervenientes estiveram Nuno Canta - Presidente da Câmara de Montijo , e Clara Silva - Vereadora da Câmara.
Recorda-se : Lei 13/2018 - 9-mar-2018 - Altera o diploma que estabeleceu as medidas de apoio às vítimas dos incêndios florestais ocorridos em 2017, bem como medidas urgentes de reforço da prevenção e combate a incêndios florestais.
O Dia Internacional da Proteção Civil foi instituído pela Organização Internacional de Proteção Civil, com o objetivo de chamar a atenção para a importância da proteção civil, nomeadamente para a prevenção e para a coordenação de esforços em caso de emergência e calamidade.
A conferência “Riscos Naturais e Catástrofes” teve a parceria da União das Freguesias de Montijo e Afonsoeiro e da Autoridade Nacional de Proteção Civil.

quinta-feira, 8 de março de 2018

Livro dos Afetos


exposição 
“Livro dos Afetos”
até 7 abril




Até 7 de abril, o átrio da Biblioteca Municipal Manuel Giraldes da Silva tem patente a exposição “Livro dos Afetos”.

A mostra reúne trabalhos dos alunos do Agrupamento de Escolas do Montijo, Agrupamento de Escolas Poeta Joaquim Serra e Escola Secundária Jorge Peixinho e insere-se no âmbito do movimento Cidade dos Afetos, que a Câmara Municipal do Montijo aderiu em março de 2016.

O presidente da Câmara Municipal do Montijo, Nuno Canta, esteve presente na inauguração da exposição, no passado dia 6 de março, e relembrou o desafio de “continuar a criar uma rede de afetos e de construir, cada vez mais, uma cidade mais justa e mais fraterna".


O projeto Cidade dos Afetos é uma parceria com ACES do Arco Ribeirinho Sul e com a comunidade educativa do concelho.

SCUPA 105 Anos


SCUPA 
celebrou o 105.º aniversário 
no dia 2 de março


A Sociedade Cooperativa União Piscatória Aldegalense (SCUPA) é uma das coletividades centenárias do concelho e celebrou o 105.º aniversário no passado dia 2 de março, com a presença de dezenas de convidados, sócios e entidades oficiais.

Paulo Coelho, presidente da Direção da SCUPA, afirmou-se orgulhoso e honrado por estar à frente dos destinos da SCUPA: “Queremos que esta associação volte a ter o fulgor que os nossos antepassados lhe deram. Queremos torná-la uma segunda casa para todos os que aqui passam, ligando a tradição à inovação, por forma a gerar união”.

O presidente da Câmara Municipal do Montijo, Nuno Canta, os vereadores Maria Clara Silva, Ricardo Bernardes e Sara Ferreira, a presidente da Assembleia Municipal, Catarina Marcelino, e o presidente da Junta da União das Freguesias de Montijo e Afonsoeiro, Fernando Caria, marcaram presença neste 105.º aniversário da SCUPA.

Nuno Canta deixou palavras de gratidão e estímulo para a atual direção, que tomou posse há um ano, salientando que “neste tempo, em que precisamos de revigorar os processos do associativismo, 105 anos depois vale a pena lembrar este grande projeto de solidariedade que é a SCUPA”.

“Celebrar este aniversário é honrar a memória dos nossos melhores, é valorizar o nosso património, fomentar a cultura piscatória e fortalecer a nossa identidade como povo, assegurando a todos os nossos valores coletivos. O Montijo não esquece o valor da SCUPA”, concluiu.

Após os discursos oficiais, seguiu-se a inauguração do novo bar de sócios da SCUPA, que sofreu profundas obras de remodelação, apresentado um aspeto moderno, mas simultaneamente tradicional com pormenores ligados à classe piscatória.
A SCUPA nasceu no dia 2 de março de 1913. A associação funcionava como uma cooperativa de consumo. Os pescadores descontavam os seus rendimentos para benefício de todos, cada um pagava o que podia formando uma espécie de “mealheiro” dos pescadores com uma função social muito forte. As sucessivas crises do setor e o abandono da arte da pesca obrigaram a SCUPA a uma reconversão, virando a sua atuação para a preservação da memória, da cultura e da identidade da classe piscatória montijense.

quarta-feira, 7 de março de 2018

CANHA - HERDADE GIL VAZ (2)

HERDADE DE GIL VAZ - CANHA 

A Herdade Gil Vaz que é fundamental para a revitalização de Canha .

Na reunião pública do executivo camarário do Montijo, realizada a 31 de Janeiro 2018 , Nuno Canta havia anunciado que uma das soluções para revitalizar a vila de Canha passava pela recuperação da Herdade Gil Vaz.

O actual Estabelecimento Prisional Regional do Montijo, situado na cidade, será “desactivado” ;  a Câmara Municipal está interessada em poder vir a usufruir do espaço para uma de duas finalidades. “O espaço pertence ao Estado mas pretendemos fazer uma proposta para reaproveitar o edifício. Implementar ali alguns serviços operacionais do município ou aproveitá-lo para colectividades [do concelho] são duas das hipóteses" - como afirmou o Presidente de Câmara.

Na reunião pública do executivo camarário, realizada em 28 de fevereiro de 2018, nos Paços do Concelho, o Presidente Nuno Canta informou :  “Na última semana [no passado dia 16 fevereiro], visitámos a Herdade Gil Vaz com a secretária de Estado Adjunta e da Justiça [Helena Mesquita Ribeiro] e o secretário de Estado do Tesouro [Álvaro Novo], para podermos dar uma solução à herdade, que ainda é do Estado, e a intenção de discutir a necessidade de investimento em Canha” ;o encontro contou ainda com a presença do presidente da Junta de Freguesia de Canha, Armando Piteira.


“Os serviços prisionais vão ser redimensionados a nível nacional e a Herdade Gil Vaz vai receber um estabelecimento prisional de grandes dimensões. O investimento vai permitir deslocar serviços para a vila de Canha e será importantíssimo, pois poderá contribuir para transformar a realidade económica e demográfica da freguesia”, revelou Nuno Canta , acrescentando : “Indicámos esta localização ao Governo, porque [o investimento] permitirá funcionar como alavanca económica e social da freguesia. A concretizar-se, será um investimento que permitirá fazer renascer a vila de Canha e dar-lhe futuro.”

O presidente da Câmara acredita que atrás do equipamento deverá vir ainda a “construção de um bairro” residencial, que possa acolher “guardas prisionais e famílias” e até “atrair novos residentes”. Se assim for, garantiu, a Câmara encetará junto da tutela todos os esforços para que o mesmo possa vir a ser localizado o mais perto possível do centro da vila de Canha.

Nuno Canta adiantou ainda que a Câmara tem também perspectivas de que possa vir a concretizar-se um “investimento privado no Bairro de S. Gabriel da RDP”, localizado na mesma freguesia.

De acordo com um relatório do Ministério da Justiça dado a conhecer ainda em Outubro de 2017, o Governo pretende encerrar oito estabelecimentos prisionais no País, construir cinco novos e recuperar vários outros, ao longo dos próximos 10 anos, num investimento global superior a 440 milhões de euros, tendo em vista a reforma do sistema prisional.

quarta-feira, 21 de fevereiro de 2018

CANHA - DIA DA VILA - Museu Etnográfico de Canha - 24 fevereiro


Museu Etnográfico de Canha 
recebe  
as comemorações do Dia da Vila de Canha
No dia 24 de fevereiro 2018, sábado, pelas 16h00, o Museu Etnográfico de Canha recebe  as comemorações do Dia da Vila de Canha.

Em 2018 , a efeméride é assinalada com a conferência “Nascimento das paróquias, concelhos e comendas da Margem Sul”, proferida pelo padre Francisco José dos Santos Mendes e por Fernando-António Almeida.

Para além da conferência, na cerimónia são homenageados alguns cidadãos de Canha que têm deixado a sua marca na vida social e cultural da vila.

CANHA - EDIFÍCIO SEDE COOPERATIVA BAIRRO ALMANSOR, em CANHA

A Câmara Municipal do Montijo
adquiriu o edifício 
sede da Cooperativa do Bairro Almansor, em Canha

Em fevereiro 2018

A Câmara Municipal do Montijo adquiriu o edifício sede da Cooperativa do Bairro Almansor, em Canha.

Um investimento de 38 mil euros que contribui para aumentar o património municipal e, simultaneamente, permite finalizar o processo de legalização do Bairro Almansor.

O edifício, que atualmente alberga o polo de Canha da Biblioteca Municipal, era propriedade da Cooperativa de Habitação Económica Progresso Almansor. Para além do polo da Biblioteca, futuramente irá acolher a Academia Sénior de Canha, projeto que autarquia candidatou ao Portugal 2020.

Com a aquisição deste edifício finaliza-se um processo que conduziu à legalização de todo o Bairro Almansor: desde o registo de habitações ao registo dos espaços de domínio público (ruas, passeios) e, agora, à aquisição deste terreno de equipamento.